(Meus dois amores!)
Ao ler o texto de Daniel Mundurucu, refleti sobre minhas próprias aceitações. Também como mencionou em seu texto, demorei muito em aceitar minha diferença de idade entre minha mãe e eu.
Lembro-me que já adolescente, tinha vergonha de apresentar minha mãe para minhas colegas, pois elas tinham mães mais jovens. Algumas até perguntavam se ela era minha avó. Sempre dizia que, se um dia tivesse filhos, teria que ser quando jovem, ou então não os teria.
No entanto, aos 38 anos, dei a luz a minha única filha, e com isto, passei a perceber que minha vergonha era infundada, pois o importante é valorizar a pessoa pelo o que ela é e pelo o que nos transmite, não se restringindo à idade cronológica.
Oi Maria Beatriz, não consegui ver me comentário em uma postagem anterior. Tens que aeitá-lo para que seja pubicado? Em todos os casos vamos lá!! Quem bom que , em um curso, podemos ir fazen retomadas dos nossos passos para podermos entende-los mehor não? E nossos alunos? Damos esse tipo de chance?
ResponderExcluirUm abraço
Bea
Olá Bia!
ResponderExcluirEsta tomada de consciência realizada por ti, demonstra que mergulhaste de corpo e alma no texto proposto pela interdisciplina. Que possas realizar tantas outras ao longo deste semestre, na tua vida pessoal e/ou na tua prática profissional.
É isso aí Bia!!!
Abraços,
Vanessa