Foi nesta modalidade de ensino que aprendi a trabalhar a interdisciplinaridade e as dificuldades de cada um.Pois na EJA,temos diferentes alunos,tanto na área cognitiva como na sócio afetiva.
Desenvolver uma pedagogia voltada para os alunos com uma experiência de vida,requer muito mais que prática.É necessário estar em constante busca da realidade que nos cerca para poder adequar esses alunos com condições de seguir no ensino regular.
Apesar de já ter trabalhado com essa modalidade de ensino não tinha informações sobre suas funções e as bases legais que fundamentam a EJA.Isso fez com que abraçasse essa modalidade com algumas idéias já formadas:são alunos com muitas dificuldades, seja no comportamento,na aprendizagem ou em outra qualquer, mas com dificuldades.Essas idéias já concebidas não deixaram que olhasse meu aluno como alguém buscando o seu direito de acesso a essa educação.
Bia apontas questões bem interessantes sobre a EJA. Moacir Gadotti no texto "Estado e Educação Popular" também traz que: "O desemprego, os baixos salários e as péssimas
ResponderExcluircondições de vida, comprometem o processo de alfabetização dos jovens e dos adultos." Além disso, ele comenta que os termos educação de adultos, educação popular, educação não formal e educação comunitária são usados, muitas vezes, como sinônimos, mas não são. Já pensaste sobre isso? Vale a pena dar uma olhada no texto.
Um abraço, Simone R.- Tutora sede
Maria Beatriz acabei de olhar um vídeo no blog da Luciene sobre a EJA, que aborda algumas questões que trouxeste.
ResponderExcluirQue relações estabeleces do material visto na interdisciplina com a tua prática?
Um abraço, Simone - Tutora sede